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História e Infâncias

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Atividade 2

1)      Que elementos constituem e diferenciam as infâncias mostradas no filme “A invenção da infância” e as crianças que você trabalha?

 

Meus alunos gostam de fazer coisas diferentes. Ir para o pátio, correr, brincar, competir, pintar e de construir seus brinquedos. Alguns passam por situações difíceis no dia-a-dia e outros são bastante mimados como as crianças do filme. Mas nenhum deles precisa trabalhar para ganhar dinheiro ajudando no sustento da casa e nem pensa em fazer curso de inglês para poder cursar uma faculdade no exterior. Um dia destes meu filho e eu estávamos conversando antes de dormir sobre pessoas que não tem onde morar em dias tão frios como os que estão fazendo neste inverno. E ele mesmo disse: “- que bom este nosso lugar né mãe? Não tem ninguém que se possa dizer ah, como aquele lá é rico! E nem alguém que não tenha uma casa onde morar.” Acho que foi uma boa definição.

 

 

2)      “Nem todas as crianças têm direito a ter infância.” Você concorda ou discorda desta afirmação? Comente. 

Penso que o que existem são infâncias diferentes. Muitos de nós podemos pensar que a nossa foi “a infância perfeita”. Mas considerando o tempo que passou desde então e todas invenções que se sucederam, não podemos querer que nossas crianças vivam da mesma forma. Podemos ainda considerar que em diferentes culturas, existem formas diferentes de enxergar a infância. O que para nós pode parecer horrível, para outros pode parecer perfeitamente normal, como as crianças do filme, que trabalhavam duramente para ajudar no sustento da casa, e achavam que era bom porque assim podiam ter dinheiro para comprar comida.

3)      Após a leitura com auxílio do glossário e reflexão do texto: “ As crianças e a infância definindo conceitos, delimitando o campo” de Manuel Jacinto Sarmento, explicite dois paradoxos apresentados pelos autores e exemplifique estes a partir de situações que vivencias em teu cotidiano:

Primeiro paradoxo  “As crianças são tanto mais consideradas, quanto mais diminui o seu peso no conjunto da população”

“Desde 1989 que, com a aprovação pelas nações Unidas da Convenção dos Direitos da Criança, as crianças viram consagrada de forma suficientemente clara e extensa um conjunto de direitos fundamentais, próprios e inalienáveis”

Os direitos da criança foram criados, mas até que ponto são cumpridos, quando temos alunos que vêm para a escola com pouca roupa, calçando chinelos em dias de extremo frio? E isto é o que vemos, pois está ao alcance de nossos olhos, mas e a falta que esta criança sente de ter coisas que outros têm, mas que ela não pode ter? E não falo de celulares, videogames ou computadores, mas de lanches preparados em casa, materiais escolares apropriados, da presença de seus pais nas escolas e principalmente nas suas vidas e porque não dizer, de uma escola de qualidade, instigadora, que lhe proporcione desenvolver habilidades onde lhe seja dada liberdade de expressão e onde possa participar das decisões que certamente lhe envolverão.

 

Segundo paradoxo “As inconsistências da agenda política da infância são a expressão desse paradoxo maior de às crianças ser atribuído o futuro do mundo num presente de opressão”.

Durante as campanhas eleitorais temos vontade de votar em todos os candidatos, pois todos eles “estão” muito preocupados com a educação, a saúde e a geração de empregos. No entanto, passam as eleições e os agora eleitos, então percebem que não têm dinheiro para cumprir todas as promessas. Aí começa a opressão. “Manda quem pode e obedece quem precisa”! É uma enorme carga de impostos, e uma roubalheira que não tem fim. O sistema acaba oprimindo os adultos que já vêm de uma época em que o famoso “cala a boca” era normal, que vão oprimindo os que vêm depois dele e conseqüentemente a opressão chega às escolas onde deveria ser um lugar de liberdade de escolha, de hipóteses geradoras de idéias novas e de organização do conhecimento construído e acaba sendo quase que a implantação de informações nas cabeças dos alunos. Às vezes me sinto uma grande mentirosa quando passo um ano inteiro conversando com os pais, explicando que seus filhos precisam pensar, externar seus pensamentos e que caderno cheio não quer dizer conhecimento, quando peço que meus alunos interpretem textos, obras de arte, gráficos, mapas e lancem cada um o seu olhar mesmo que o do colega seja diferente para que possamos confrontar as duas maneiras de olhar e aprender com cada uma delas, e no ano seguinte vêm outros professores que fazem tudo ao contrário. O que me faz continuar é que acabo plantando uma sementinha aqui outra ali e alguns pais e os próprios alunos questionam no ano seguinte. Mas alguns acabam cedendo a opressão, eles precisam de nota, voltando o sistema a agir, pois “manda quem pode e obedece quem precisa”!

 

 

 

 

 

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

FACED - PEAD

Curso de Pedagogia a Distância/FACED/UFRGS.

Disciplinas : Escolarização, espaço e tempo na perspectiva histórica e Infâncias de 0 a 10 anos

Profs : Cinthia Votto Fernandes e Nilton Mullet Pereira

         Nome : Mara Núbia Brilhalva Braum

A Maquinaria Escolar

1)      Qual o objetivo principal dos autores do texto?

“Mostrar como e quando se deu a criação da escola primária, e quais os interesses políticos e ideológicos que estiveram envolvidos no momento de sua criação. Para fazer isso, os autores discutem a invenção da infância, a criação de um espaço específico destinado à educação das crianças, o aparecimento desse corpo de especialistas chamados de professores, o combate a outros modos de educação existentes na sociedade, possibilitando finalmente que a escola se institucionalize como instância obrigatória mantida pelos poderes públicos.”

               E que, nesta discussão, de forma coletiva, fazendo uma retrospectiva histórica, possamos entender a condição atual da escola, e assim interagir, sabendo para quem é esta escola e para que ela serve.

2)      Explique o interesse das igrejas (a católica romana e as protestantes) após a reforma em se voltar para a educação da infância. Que métodos foram utilizados? O que se pretendia com essas ações educativas?

              Após a reforma, as igrejas fazem das crianças e jovens, sejam eles ricos, pobres ou príncipes herdeiros, alvos de moralização e aconselhamentos, pois serão os futuros católicos e protestantes. Além disso, ainda são frágeis biologicamente e são principiantes em seu processo de socialização.

              Assim, instituem-se diferentes infâncias: angelical e nobre(príncipes), de qualidade(classes mais abastadas) e a infância rude(classes populares).

              Eram utilizados jogos, danças, e representações teatrais em seu programa educativo servindo para cultivar o corpo e o espírito onde os alunos ficavam enclausurados, vigiados e cuidados formando-os obedientes e tementes a Deus. Fizeram isto aqui no Brasil quando abafaram a cultura indígena e construíram fortes construções para ensinar-lhes hábitos corteses e dóceis e assim serem manipulados e exterminados praticamente de seu território.

              Através dos príncipes herdeiros, futuramente a igreja poderá beneficiar-se ocupando postos de influência ao lado dos monarcas e com os menos favorecidos a igreja poderá contar para a instrução da doutrina e virtudes cristãs. Assim, conservam e aumentam a fé e também conquistam privilégios.

3)      Nos dias de hoje, quais as propostas das igrejas para a formação de crianças e jovens? Como isso acontece em sua comunidade? Que relações mantém a escola com as propostas de educação mantidas pelas igrejas? Quantas confissões religiosas existem em suas comunidades? Qual o pertencimento religioso de seus alunos?

              Ainda hoje as escolas mantidas pelas igrejas mantêm valores de ordem, disciplina, obediência e fé em Deus. Mas são as escolas que mais alunos colocam em universidades como a UFRGS, por exemplo. Certamente junto com todas as exigências de ordem moral, elas também têm valores culturais que são colocados aos alunos e que faz com que eles construam seus conhecimentos. Na comunidade onde moro não temos escola religiosa. Todas as escolas são públicas. Mas, nas comunidades onde existem escolas católicas, evangélicas, luteranas, cenecistas, etc encontram-se, salvo exceções,  alunos que vêm de famílias que têm maiores condições de oferecer aos filhos livros, jogos, computadores, esportes e aí tudo fica mais fácil. A escola não é só transmissão de informação, ela apenas precisa ser um espaço de escolhas, de trocas, de formação de várias hipóteses que vêm de lares diferentes e de confrontamento destas hipóteses para que cada um construa seu próprio conhecimento. A maioria dos meus alunos é católica mas temos por aqui outra religiões como luterana, testemunhas de Jeová, assembléia de deus

 

4)      Segundo as idéias do historiador Philippe Áries, como se deu o surgimento histórico da figura do bebê, da infância, do bambino, da juventude e da adolescência?

              No século XVI, Áries desvenda a juventude como a fase ampla e privilegiada, sem limite de início e término. Desta, no século XVIII, desgarra-se o bambino (menino pequeno) que é como um brinquedo divertido e agradável para os membros das classes altas aqui ocorre a separação entre infância e adolescência. No século XIX, o bebê aparece como nova figura. Tais separações ocorrem somente nas classes altas, pois nas classes populares o indivíduo despede-se da infância quando se torna independente.

              Vale salientar também que somente a partir do século XVII a vestimenta dos meninos burgueses ganha uma nova indumentária. Até então crianças e adultos vestiam-se com a mesma moda. Os meninos das classes populares continuam vestindo-se como adultos até o início do século XIX. Aqui se vê que os meninos é que primeiro tiveram indumentárias próprias. Com as meninas, isso ocorreu mais tarde assim como também os meninos foram os primeiros a freqüentar os colégios.

              O historiador Philippe Áries contribuiu para que pudéssemos compreender a elaboração histórica do estatuto da criança através da análise de pinturas, esculturas, retratos... Mas direciona seu trabalho para as classes mais privilegiadas até porque o material de pesquisa referente às classes populares deve ser mais difícil de ser encontrado. Isto o impede de perceber que a constituição da infância de qualidade forma parte de um programa político de dominação e que os pequenos das classes mais  privilegiadas serão preparados para assumir o governo enquanto os das classes populares terão os hospitais, hospícios e outros espaços de correção como os primeiros centros-piloto para modelá-los.

5)      Lembrando de sua própria infância e juventude e, comparando-a com a infância e a juventude de seus alunos, analise algumas mudanças que ocorreram entre estas gerações. Quais as principais diferenças entre a infância e a juventude de ricos e pobres? Quais as principais diferenças nas trajetórias de infância e de juventude entre meninos e meninas? Quais as diferenças entre estas trajetórias no meio urbano e no meio rural?

              Minha infância foi no meio rural, meus pais eram agricultores, e nós brincávamos entre irmãos, já que éramos uma família numerosa. Nossos brinquedos eram de correr, casinha, sapata, nem bola tínhamos. Atualmente moro num balneário bucólico que fica no município de Arroio do Sal mas os alunos aqui tem atividades sempre. Aqui, diferentemente das grandes cidades, os alunos andam de bicicleta pela rua sozinhos, tem um campinho onde jogam futebol, a maioria tem vídeo-game, ou se não tem já jogou num de algum colega, alguns têm computador com acesso a Internet então penso que moramos num paraíso porque temos as facilidades que o mundo moderno oferece com a tranqüilidade de uma praia calminha.

              Penso que também temos bastante diferença quanto as proibições do meu tempo de infância e das liberdades da infância atual. Difícil é achar um meio termo porque muitos pais por quererem ser “modernos” são permissivos demais e quanto a mim sou bastante “travada” em função que sempre fico preocupada com as regras que me foram impostas desde pequena.

6)      Escreva algumas considerações acerca das duas afirmações abaixo, a partir da leitura do texto:

a)      a criança deve ser criada entre os adultos o tempo todo, aprendendo diretamente pelo contato com as situações de vida, trabalhando ao lado dos adultos, auxiliando nas tarefas que se apresentam. Cada adulto da comunidade familiar lhe ensinará algumas coisas, conforme sua experiência. Ela deixará de ser criança quando tiver adquirido sua autonomia e independência financeira.

              Esta afirmação está relacionada ao Século XV quando consta, nos documentos analisados pelo historiador P. Áries, crianças misturadas com adultos em cenas de festas e jogos usando inclusive o mesmo tipo de indumentária. Os meninos camponeses e artesãos continuam nesta condição até a entrada do século XIX quando ainda continuam unidos aos adultos pelo trabalho e pelas diversões.

              Penso que ainda hoje temos crianças que vivem desta forma como tivemos oportunidade de observar no filme A Invenção da Infância, assistido no primeiro dia de aula presencial

b)      a criança deve ser separada dos adultos e mantida numa instituição juntamente com outras crianças, da mesma idade que ela. Neste local ela receberá ensinamentos de profissionais (os professores), a partir de um currículo previamente estabelecido e válido para todas as escolas do país. Somente depois que deixar de ser criança e tiver passado pela escola ela poderá trabalhar.

              Creio que a afirmação se refere a época da contra-reforma em que se destacam os jesuítas que através de enclausuramentos e com vigilância amorosa e dócil faziam lavagem cerebral nos alunos para torná-los bem quietos, doutrinados, cristãos e obedientes.

              Hoje em dia ainda temos nas escolas professores que incutem nos alunos somente valores morais, deixando totalmente de lado desde a história de seu povo até noções básicas da matemática no seu dia-a-dia. Certamente estes professores estão contribuindo para uma legião de jovens sem opinião própria, nada críticos, pois não conhecem outra opção para poder opinar e fazer diferente.

7)      Escolha na listagem abaixo a característica que você considera mais importante para um professor ou professora, e discuta o porquê de sua escolha. Antes de responder esta questão, leia com atenção o item “formação de um corpo de especialistas”:

a)      modelo pessoal de vida e virtude moral

b)      grande domínio dos conteúdos a serem ensinados

c)      grande domínio dos métodos e técnicas de ensino

d)      capacidade de dedicação amorosa e direção espiritual

e)      entrega ao trabalho como missão evangelizadora

              Escolho a letra C, pois penso que é necessário conhecer muito bem os conteúdos para poder se fazer acreditar, os alunos reconhecem de longe o professor que é inseguro e não tem convicção das suas falas. Assim, um professor que tem segurança ao discutir com seus alunos os conteúdos que sejam importantes para o seu desenvolvimento e crescimento e instiga-os a buscar novos conhecimentos contribui para que estes alunos não se deixem manipular, sejam eles governados ou governantes quando forem adultos.

8)      Observe e analise o quadro colocado na página 87 do texto e as discussões que são feitas acerca dele pelos autores, nas páginas adjacentes. Em sua comunidade, quais as principais instâncias de socialização das crianças e jovens? Que posição ocupa a escola, no conjunto destas instâncias?

              Após a revolução industrial, surge uma nova classe social: o operariado. Onde os aprendizes viviam misturados com os adultos intervinham em suas lutas e reivindicações, tomavam parte em seus debates, iam com eles a taberna e ao cabaré, tinham seu lugar em festas e celebrações, aprendiam em contato com a realidade que os rodeava, um ofício que não deixava de ter dificuldades nem carecia de dureza e penalidades, constituindo uma massa muito diversa e perigosa para a burguesia. A escola obrigatória nasceu de uma necessidade de controle e docilização desta massa.

              No lugar onde eu moro tem uma associação de moradores, igrejas, salões nas igrejas e uma comunidade atuante que organiza reuniões, jantares, festas, grupos de jovens e de casais e na escola temos APM, conselho escolar e algo que eu considero muito bom: conselho de classe com participação de alunos.

9)      Escolha uma das afirmativas abaixo, e escreva algumas reflexões sobre ela, manifestando suas opiniões a respeito. Para maior clareza, leia com atenção a parte “institucionalização da escola obrigatória e controle social” do texto.

a)      a educação é um dos direitos fundamentais de todos os cidadãos nascidos num certo país

b)      a educação é obrigatória durante 9 anos, e os pais que não conduzirem seus filhos à escola poderão ser presos

c)      os conteúdos ensinados na escola não necessitam manter relações com a vida cotidiana dos alunos, pois estes precisam aprender sobre a experiência da humanidade em outros tempos e lugares

d)      apenas os conhecimentos científicos devem fazer parte dos aprendizados escolares

              Escolho a letra A e justifico a escolha porque acredito na educação formadora de pessoas com competência para pensar e que ela será capaz de ajudar na construção de um mundo mais justo e igualitário, mas também reconheço que desde os primórdios a educação foi utilizada como um modo de transmitir verdades e significados que são de grupos sociais singulares e redijo aqui uma parte da publicação da Gaceta de 31 de agosto de 1881, onde o ministro do governo assegura: “a experiência nos ensina que o poderio das nações não depende exclusivamente da força material, senão que antes do contrário, as verdadeiras conquistas dos tempos modernos, os triunfos e as glórias em todas suas esferas, alcançam-se com o desenvolvimento ordenado da instrução e da educação”. A anos que se aplicam medidas  destinadas ao controle das classes populares com dispositivos que têm por finalidade tutelar o operário, neutralizá-lo, impedindo que a luta social transborde, pondo em perigo a estabilidade política. Assim nas nossas escolas percebemos por vezes alunos serem rotulados de “incomodativos” quando eles simplesmente são questionadores. Aqui entra a segurança do professor se ele acredita no que faz ou não sabe para quê e nem para quem seus conteúdos estão servindo.

10)  A partir dos conhecimentos adquiridos na leitura e discussão do texto, retome seu memorial, e pense acerca de sua própria passagem pela escola, quando criança e jovem, e de seu trabalho nela atualmente, na fase adulta, como mprofessora. Anote algumas memórias que você tem desses períodos todos passados na escola, e coloque-as em seu memorial.

              Meus pais mudaram-se muitas vezes de cidade e com isto eu acabei trocando bastante de escola, o que de certa forma me ajudou porque pude conhecer realidades muito diferentes. Comecei meus estudos numa escola no interior de Vila Vasconcelos, que era um distrito de Tapes, eu passava pelas terras do meu pai fazendo atalhos por cima de troncos de árvores colocados por cima de riachos que por vezes estavam congelados de tanto frio. Me lembro como hoje que experimentava para saber que gosto tinha. Chegando na escola ao invés de começar com os conteúdos tinha uma panela de ferro com brasas onde primeiro esquentávamos as mãos antes de começar a aula. Eram bem poucos alunos e as paredes eram bem altas. No recreio brincávamos de pega-pega. Me lembro que eu tinha que escrever o A bem certinho. Daí em diante sempre fui boa aluna, boletim exemplar. Pergunta o que me lembro de significativo? Não sei. Não fazíamos relações, era só “decoreba” .

              Hoje em dia procuro planejar aulas significativas, relacionando o meio atual com a história dos que vieram antes para que meus alunos possam lembrar de mim como alguém que os instigou a fazer algo mais, a buscar outras coisas para só então construir o próprio conhecimento.

                                                                                                                                                         

 

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