Bem como já manifestei minha opinião publicamente, numa aula presencial do semestre passado, penso que podemos sim pesquisar todas as perguntas feitas por nossos alunos, mesmo que por vezes tenhamos que modificá-las ou adaptá-las para que possam render pesquisa. Por exemplo na pergunta “o que vai acontecer com o caso Ieda” poderíamos perguntar “Qual a opinião das pessoas que moram em Rondinha sobre os fatos que vem sendo noticiados sobre o caso Ieda?”Poderíamos então relacionar os fatos a que estamos nos referindo, fazer entrevistas, enquetes, debates, montar gráficos, enfim...
Como eu devo escrever algumas perguntas que considero menos produtivas, escolho:
1) Encontraremos no céu quem já morreu? e
2)Por que o Estado só tem dinheiro para aumentar os vencimentos da governadora?
Na pergunta número um nós nunca chegaremos a uma resposta exata mas sim em credos de uma ou outra doutrina já que não podemos provar a possibilidade de comunicação entre pessoas que já morreram e nós.
A pergunta número dois na verdade é uma crítica ao atual governo estadual pois o Estado deve ter gasto dinheiro com outras coisas que não seja apenas o salário da governadora.
Perguntas produtivas são aquelas capazes de dar muitos e grandes resultados através da pesquisa. Eu escolho
1) “Quem descobriu e como aconteceu o procedimento químico de uma fotografia?” Me lembrei dos filmes em que fotógrafos artesanais ficam em seus laboratórios sem luz e vão descobrindo aos poucos as imagens reveladas nos retratos. Já me empolguei e fiquei com vontade de saber como é que funciona. Saber o que existe por detrás das fotografias.
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